A influência das Cruzadas devia fazer--se sentir, não só entre os artífices, mas ainda entre os nobres que também conheceram na Palestina novas formas de associações e, uma vez de volta à Europa, constituíram Ordens semelhantes às do Oriente, nas quais admitiram logo outros iniciados. É assim que em 1196 se fundou na Escócia a "Ordem dos Cavaleiros do Oriente", cujos membros tinham como ornamento uma cruz entrelaçada por quatro rosas.

Dizem que dessa Ordem, trazida da Terra Santa pelo ano de 1188 da Era Cristã, fez parte o rei Eduardo 1 de Inglaterra, (1239-1307).

Um século após a fundação da Ordem dos Cavaleiros do Oriente, ou seja pelo ano de 1300, em seguida à última Cruzada em que também tomara parte o rei de uma Ordem estabelecida no Monte Mona, na Palestina (lugar escolhido por Salomão para a construção do seu Templo), foi fundado um Capítulo dessa mesma Ordem, fixando-se-lhe a sede nas Hébridas e, mais tarde em Kilwinning, denominando-se essa Ordem de "Ordem de Heredon" (lembramos que a palavra "Heredon" é composta de "hieros"- santo e "domos"- casa, portanto Casa Santa ou Templo).

Alguns anos mais tarde, no começo do século XIV, o papa Clemente V e o rei da França, Felipe o Belo, iniciaram a sua obra nefasta de perseguição aos Templários.

Para se compreender o papel que a Ordem do Templo desempenhou na Maçonaria Escocesa é necessário resumir a sua história.

A Ordem do Templo foi fundada, após a primeira Cruzada, por Godofredo de Bouillon, Hugues de Payens e Godofredo de Saint-Ornar, com o fito de proteger os peregrinos que de Jerusalém se dirigiam ao lago de Tiberiade. Associados em 1118 a outros sete Cavaleiros, os Templários fizeram o seu quartel numa casa vizinha ao terreno do Templo de Jerusalém. Dez anos mais tarde receberam do Papa os estatutos que os constituíram em Ordem, ao mesmo tempo Religiosa e Militar.

Em breve a Ordem tomou um desenvolvimento considerável e no século XII, possuía nove mil residências na Europa. No século XIV, contava com mais de vinte mil membros. Apesar do seu poder e da sua riqueza, o mistério com que os Templários rodeavam as reuniões do seu Capítulo e as suas iniciações prestavam-se às acusações de impiedade e de crueldade que o povo em todos os tempos profere contra as associações secretas.

Consciente de uma impopularidade crescente, o Grão-Mestre Jacques de Molay, pediu ao papa Clemente V, em 1306, a abertura de um inquérito, mas este contentou-se a convidar Molay para ir a Avignon, em França, onde, por força de circunstâncias adversas estava provisoriamente instalado o papado.

Por outro lado o rei da França tinha mais do que nunca necessidade de dinheiro e, para resolver esta dificuldade, valia-se dos Templários que lhe emprestavam elevadas somas. Ora, naquele tempo, quando alguém se queria desembaraçar de uma dívida, o meio mais simples era desembaraçar-se do credor. Foi por isso que em Setembro de 1307 todos os oficiais do rei receberam instruções mais que misteriosas, sendo que a 12 de Setembro do mesmo ano Molay era preso no Templo, ao mesmo tempo que outros membros da Ordem também o eram, em todos os pontos de França. No mesmo dia foram todos levados perante inquisidores que os acusaram dos mais abomináveis crimes, e como não podiam confessar um crime que não haviam cometido, foram levados à tortura. Disse um deles aos seus juízes:

- Fui de tal modo torturado, atormentado, exposto à força, que as carnes dos meus calcanhares foram consumidas e os ossos caíram poucos dias depois.

O Rei, Felipe, o Belo, apressou-se em fazer mão baixa no tesouro da Ordem, depositado no Templo de Paris. O concílio que deveria julgar os Templários reuniu-se em Viena, no Delfinado, a 13 de Outubro de 1311, onde ninguém foi citado para defender-se. Porém, perante a resistência do concílio em julgar tal iniquidade, o Papa Clemente V, anulou a autoridade da Ordem do Templo em 12 de Abril de 1312, apesar dos concílios de Ravena, Salamanca e Moguncia terem absolvido os Templários, sendo estes levados à sua presença.

A supressão da Ordem dos Templários teve seu epílogo em 1313. O papa reservara para si o julgamento do Grão-Mestre e dos dignitários presos há sete anos nas masmorras de Felipe, o Belo. A 18 de Março de 1313 todos se retrataram e na noite daquele mesmo dia pereceram todos nas fogueiras que com antecedência haviam sido preparadas. Prevaleceu a força ao interesse sobre a justiça. A última frase de Jacques de Molay foi: — "Spes mea in Deo est". Esta frase tornou-se uma divisa para o Grau 32 do Rito Escocês Antigo e Aceite.

É muito provável que os sobreviventes da Ordem dos Templários, anatematizados pela igreja, tenham, então, procurado agrupar-se de novo noutras associações, sendo que não há razões plausíveis para aceitar como facto histórico ou de repelir a titulo de lenda, a tradição maçónica que liga a tradição que praticaram os Templários à Ordem Cavalheiresca de Heredom, ou ao Grande Capítulo de Kilwinning. Entretanto desde que começaram as perseguições em França, vários templários escaparam, por felicidade, fugindo para a Escócia, alistando-se sob a bandeira do Rei Roberto 1, que criou a 24 de Junho de 1334, a "Ordem do Cardo", em favor dos maçons e dos Templários que haviam contribuído para o sucesso de suas armas em Bannock-Bunn, na qual as iniciações eram semelhantes às da Ordem do Templo.

Parece pois que o rei da Inglaterra quis recompensar os Templários, restabelecendo a sua Ordem, com as mesmas formas, mas com outra designação. Há outro facto mais importante ainda ,um ano depois, Roberto I, fez a fusão da Ordem do Cardo com a Ordem de Heredom, elevou a Loja Mãe de Kilwinning à categoria de Loja Real e, estabeleceu, junto a ela, o Grande CN.,ítulo da Ordem Real de Heredon de Kilwinning e dos Cavaleiros Rosa-Cruz. Este nome de Cavaleiro Rosa-Cruz aparece aqui pela primeira vez, tudo fazendo supor, que não é senão outra designação da Ordem dos Cavaleiros do Oriente, cujo emblema era uma cruz enlaçada por quatro rosas. Estes factos históricos são de importância capital para o Escocismo e pedem mais atenção para o assunto.

Verificamos em primeiro lugar, que nos séculos XII e XIII, a Maçonaria Operativa viu abrigarem--se Ordens de Cavalaria nas suas Lojas, que nenhuma relação tinham com aquela associação de ofícios, e cujas iniciações, praticas, cerimónias e graus eram diferentes dos seus. Algumas dessas Ordens refugiavam-se na nova Ordem estabelecida pelo rei Roberto I, umas por si próprias, outras com o beneplácito dos reis de Inglaterra, que acumulavam dos mesmos favores maçons e cavaleiros em recompensa por serviços prestados à coroa, que os agrupava numa fraternidade, sobre a qual podia apoiar-se, em caso de necessidade.

Uma outra constatação importante para o Escocismo, é que os Templários entravam, desde 1307, nas Lojas da Escócia que estavam sob a égide da Ordem do Cardo, levando, não obstante, para ela, as cerimónias Templárias e os seus graus. Estes graus junto aos da Ordem de Cavalaria eram conferidos pelo Grande Capítulo Real de Heredom de Kilwinning, e formavam o sistema escocês, conhecido pelo nome de Rito de Heredonn ou de Perfeição. Pode, assim, explicar-se como, após a suspensão da Ordem do Templo, certas Ordens de Cavalaria, que haviam mantido a sua influência sobre a maçonaria operativa da Escócia, acharam o meio de desenvolverem o cerimonial das iniciações dos pedreiros, num ritual completo e susceptível de inculcar aos seus iniciados mais do que a simples comunicação dos segredos da arte de construir.

É também por essa época, ou seja mais de quatrocentos anos antes da constituição da Grande Loja da Inglaterra, que nasceu na Escócia o nome de Maçom Adoptado, pelo qual se entenderam os membros das Lojas que não pertenciam à profissão de pedreiros. Insistamos em que essa fusão da Maçonaria operativa com as Ordens da Cavalaria, se operou somente na Escócia e não em Inglaterra. Isto explica, portanto, a origem escocesa de graus diferentes dos que eram conferidos pela corporação dos pedreiros de outros países - aprendiz, companheiro e mestre. Enfim, ao realçar-se o papel político das Ordens da Cavalaria e das Lojas da Escócia, inteiramente devotados ao rei da Inglaterra, compreende-se, então, a fidelidade com que a Maçonaria Escocesa defendia a causa dos destronados.

Para terminar esta parte deste trabalho, é interessante indicar quais os graus que a Loja Real de Kilvvinning e seu Grande Capítulo de Heredon conferiam desde o seu estabelecimento. A própria Loja trabalhava com os graus da Maçonaria operativa, ou sejam Aprendiz, Companheiro e Mestre de ofício, mas convém notar que o Grau de Mestre não existia naquela época em que os mestres não eram senão os dirigentes das Oficinas, isto é das construções, cada qual em sua profissão.

Os demais graus inspirados pelos Rosa-Cruz, foram criados no começo do século XVIII, quando o Capítulo de Heredon conferia aos membros da Ordem dos Cavaleiros do Oriente ou da Ordem dos Cavaleiros Rosa-Cruz, e da Ordem do Cardo, ou do Templo, todos os graus dessas duas Ordens. Depois de se terem, assim, brevemente resumido as tradições da confraria dos pedreiros e estabelecido, em conformidade com as circunstâncias, as Ordens de Cavalaria que a elas se ligaram, convém determo-nos um instante na Ordem da Rosa-Cruz, que exerceu uma influência preponderante na transformação da Maçonaria Operativa na sua forma Simbólica, como a conhecemos hoje.

Poucos historiadores se ocuparam ainda da origem real da Rosa-Cruz, que entretanto desempenhou papel considerável nos séculos XVI e XVII. O motivo dessa abstenção, explica-se pela ausência da necessária documentação histórica que os Rosa-Cruz não se preocuparam em guardar, pois viveram espalhados pelo mundo então conhecido, reunindo-se uma vez por ano para transmitir uns aos outros, os conhecimentos adquiridos. Porém, estes conhecimentos foram sempre transmitidos oralmente.

A Conferência Internacional dos Cavaleiros Rosa-Cruz, realizada em Bruxelas em 1880, lançou felizmente uma nova luz sobre a história dessa Ordem. A princípio a conjuração dos Rosa-Cruz, não foi mais do que uma afirmação da liberdade de pensar.

Uma obra de apaziguamento e de tolerância. O que os Templários tinham querido fazer no seio da Igreja Romana, os Rosa-Cruz também tentaram realizar, ficando, porém, cautelosamente fora de qualquer afirmação confessional.

Só passados quase quinhentos anos, desde que os Templários sobreviventes do massacre ordenado por Clemente V se estabeleceram na Escócia, durante os quais o Escocismo se consolidou e se espalhou pela Europa, é que vamos encontrar os novos registos das mudanças estabelecidas no Escocismo tal o conhecemos hoje. É conveniente lembrar, que o poder directivo da Ordem não estava mais na Escócia, nem na França, mas sim na Prússia, onde Frederico 11, o seu rei, havia efectivado profundas modificações no Escocismo, fazendo vigorar a sua primeira Constituição, Regulamentos e Leis Normativas. Uma dessas mudanças foi a de dar ao Escocismo os actuais trinta e três graus, pois até então tinha somente vinte e cinco.

As grandes Constituições de 1786 não chegaram a alcançar imediatamente o fim a que se haviam pro-posto, e é fácil de determinar a causa. Três meses depois de serem publicadas, em 17 de Agosto de 1786, Frederico II, seu autor, morreu. Todos os que, com Frederico II, compuseram o primeiro Conselho da Ordem reestruturada, foram obrigados a dispersar-se, pressionados pelo novo rei Frederico Guilherme II, que só queria a Ordem Rosa-Cruz e que passou a não tolerar outra forma de Maçonaria. Deste modo, a reforma foi levada para França por um dos colaboradores de Frederico 11, o 'Conde D'Esterno, embaixador de França em Berlim e um dos signatários das Grandes Constituições.

D'Esterno, tentou introduzir, logo após o seu regresso, o Rito Escocês Antigo e Aceite no seu país, fundando para isso um Supremo Conselho, em Paris, em cuja presidência ficou o duque de Orleans e do qual tomaram parte ChaítIon de Joinville, o Conde de Clermont-Tonnerre e o Marquês de Bercy. Este Supremo Conselho teve vida efémera, sendo obrigado a desaparecer pelas circunstâncias revolucionárias que se estabeleceram em França.


Há um facto curioso a ser registado. O Escocismo, foi fundado na Europa, onde adormeceu, e voltou a funcionar mais tarde, tendo voltado da América de uma forma mais vigorosa e mais envolvente, pelas seguintes razões:

A 27 de Agosto de 1761, o Conselho dos Imperadores do Oriente e do Ocidente entregou ao Irmão Estevão Morin, cujos negócios o chamavam à América, uma Patente de Grão-Mestre Inspector, autorizando--o a "Trabalhar regularmente pelo próprio proveito e adiantamento da Arte Real e constituir Irmãos nos Sublimes Graus de Perfeição". Morin, saindo de Paris, chegou a São Domingos onde instalou o seu gabinete, espécie de Grande Oriente para os Altos Graus no Novo Mundo. Em 1770, fundou o Conselho dos Príncipes do Real Segredo de Kingston, na Jamaica, criou muitos Inspectores Gerais, entre eles, Francken, De Grasse-Tilly, De Ia Hogue e Hacquest. Ora, esses Maçons da América, pertenciam ao Rito de Perfeição e mantinham relações assíduas com o Grande Consistório de Bordeaux. Mas, como já foi dito, este adormeceu em 1781. Desde então os novos Corpos de São Domingos e da Jamaica passaram a manter relações com Berlim até a morte de Frederico II, que era tido como o Grão-Mestre Universal. É provável, entretanto, que não podendo mais prevalecerem Actos Constitucionais emanados de uma autoridade desaparecida, aqueles maçons se tenham dirigido a Berlim, tendo em vista agruparem-se sob outro sistema ligando-se em definitivo ao Rito constituído pelas Grandes Constituições.

A 29 de Novembro de 1785, Salomão Bush, Grão--Mestre de todas as Lojas e Capítulos da América do Norte, dirige-se a Frederico 11 na sua qualidade de chefe supremo da Maçonaria para dar-lhe a conhecer a criação, na presença de uma grande assembleia de Irmãos, de uma "Sublime Loja" em Philadelphia, que "se submeteria às Leis e Constituições que a Ordem deve ao seu Chefe Soberano", e exprimir-lhe o desejo de que a "Grande Luz de Berlim condescenderá em iluminar a nova Loja". Os maçons da América trabalham, não obstante, até I 801 com o Rito de Perfeição, pois até aquela data o mais alto grau conhecido na América era o de Príncipe do Real Segredo, ou seja o Grau 25, na escala do Escocismo, antes da reforma estabelecido por Frederico II, que lhe acrescentou mais sete graus.

A 31 de Maio do mesmo ano foi constituída em Charleston uma nova Potência dirigente que adopta as Grandes Constituições de 1786 e os trinta e três Graus nelas estabelecidas. Essa Potência que tomou o nome de"Supremo Conselho dos Grande Inspectores Gerais para os Estados Unidos da América", foi realmente a primeira a concretizar de modo definitivo o objectivo das Grandes Constituições de Frederico II, ou seja, a primeira a praticar o Escocismo como é hoje conhecido. De Grasse-Tilly, era membro do Supremo Conselho de Charleston. Em 1802 voltou à Jamaica e fundou com De La Houge, naquela cidade, um Supremo Conselho de qual foi o Mui Poderoso Soberano Grande Comendador. Em 1803, De Grasse-Tilly regressou a França onde instalou em 22 de Setembro de 1804 um Supremo Conselho em Paris, com jurisdição internacional.

Assim o Rito Escocês Antigo e Aceite e o Escocismo, renasciam das suas cinzas em solo francês, de onde não mais saíram, e achavam-se definitivamente constituídos sobre as bases das Grandes Constituições. Foram sucessivamente fundados outros Supremos Conselhos em muitos países da Europa e na maior parte dos estados da América. Estes Supremos Conselhos formam hoje o Escocismo e o Rito Escocês Antigo e Aceite, que é o Rito maçónico mais praticado no mundo.

Vamos parar por aqui este relato, porque todos os acontecimentos posteriores a 1801 pertencem à história do Rito Escocês, em todas as suas formas, e o nosso propósito limita-se às suas origens.

O Rito Escocês Antigo e Aceite termina, assim, o período do seu estabelecimento, da sua organização, do número e dos nomes dos seus trinta e três graus e das regras que os regem. Contudo era ainda necessário, em suma, a fixação de um plano comum, que fosse finalmente considerado como definitivo.

Desde então a sua organização compreende uma série de seis grupos, a um tempo unidos e hierarquizados. A Loja Simbólica, a Loja de Perfeição, o Capítulo, o Conselho de Kadosch, o Consistório e o Supremo Conselho. O conjunto destes Corpos, forma uma Instituição na qual todos os elementos estão ligados entre si, e cujas categorias funcionam sem se contraporem umas às outras numa harmonia feliz pela integração de todos.

Todos esses Corpos constituídos, independentemente uns dos outros, têm uma organização específica e uma hierarquia interna, direitos e deveres apropriados que as leis e usos do rito determinam. Ora, essas leis não são mais do que leis de equilíbrio destinadas a assegurar o funcionamento da sociedade inteira em perfeita ordem e harmonia. O Rito Escocês Antigo e Aceite representa os maçons que desde 1717 consideraram como incompleto o sistema da Grande Loja da Inglaterra; os que, durante o século XVIII, procuraram organizar numa só série as iniciações que outrora eram praticadas nos colégios independentes.

Enfim, o Rito Escocês Antigo e Aceite resolveu definitivamente o problema que tinha por objectivo conservar na Maçonaria os ensinamentos filosóficos que, há séculos, se agruparam em torno do pensamento primitivo e simples, em que a Maçonaria está estabelecida. Cada iniciação evoca a lembrança de uma religião, de uma escola, ou de alguma instituição da antiguidade. Estão em primeiro lugar as doutrinas judaicas. Vêm em seguida os ensinamentos baseados no cristianismo e representados sobretudo pelos Rosa-Cruz, esses audazes naturalistas que foram os pais do método de observação e procura da verdade, de onde saiu a ciência moderna. Portanto, as iniciações do Escocismo reportam-se aos Templários, esses cavaleiros hospitalares e filósofos nos quais os maçons dos Altos Graus glorificam a liberdade do pensamento corajosamente praticada numa época de terrorismo sacerdotal. O tempo terminou a sua obra. Doravante a prosperidade da Ordem dependerá em cada país dos Irmãos que a conduzem e a inspiram. A fidelidade absoluta da parte de todos os maçons dos Altos Graus ao Estatuto Geral de cada Supremo Conselho e a convicção inquebrantável na excelência do Escocismo, são sem sombra de dúvida as condições necessárias para a perpetuação da Ordem, mas para esse desiderato é necessário que cada um de nós cumpra bem a sua parte.

Trabalho colocado em observações próprias do autor e na conferência realizada no Subl.·. Capítulo L'Amitié (Amizade) em Lousanne em 5-5-1923 pelo Ir.·. Mourice Joton 300

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